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quinta-feira, outubro 18
quarta-feira, outubro 10
Eu, professor da Escola Pública
Para mim, professor da escola pública, é intolerável ser
tratado sistematicamente desta maneira – como despesa. Significa tão só e a
limite uma discriminação assente na natureza da minha entidade empregadora. E
isso é preconceituoso e, certamente, inconstitucional.
sexta-feira, outubro 5
O discurso de Francisco Assis
quinta-feira, setembro 27
"Pensar o Mundo", Manuel Maria Carrilho
Um discurso esclarecido. Uma leitura abrangente e sem dogmas. Uma retórica clara. Desilusão. Algumas saídas para o país e para a europa.
quinta-feira, setembro 20
Elogio a Paulo Portas
Sem preconceitos nem ironia. Quando Paulo Portas se opôs às
alterações radicais da TSU ou tomou publicamente posição sobre a necessidade do
serviço público de televisão estar alocado a uma empresa pública, mostrou
definitivamente que há limites para o desvario ultraliberal, e representa, por estranho que pareça, o lado mais moderado deste governo.
Na conferência de imprensa que promoveu, chamou patriotismo ao facto de nesta conjuntura não ter rompido a coligação, e eu concordo; fez saber a todos e por todos que
estava contra as alterações da TSU, e nisso é um mestre; mostrou ao PSD que é
um par no governo, e eles estão perplexos com a afronta.
sábado, setembro 8
Cavaco, o último a saber
O PR disse que um novo aumento dos impostos terá de preservar o princípio da equidade. Cavaco sublinhou ainda que só deve haver mais austeridade para os que têm escapado. As palavras são de ontem. Ontem. Recordo-as (aqui) aos crédulos, crentes da palavra dada, republicanos que elegem a mais alta figura da nação como garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições democráticas. Quem se demitirá? Ninguém. Confrangedor, tudo isto.
domingo, junho 17
"Não queremos educação"
Recortes de um artigo de Paul Krugman, no El País
A los
conservadores (Romney) les encanta hacer creer que existen enormes legiones de
burócratas públicos que nadie sabe qué están haciendo; en realidad, la mayor
parte de los trabajadores públicos son empleados que trabajan en la enseñanza
(maestros) o en la protección pública (agentes de policía y bomberos).
Entonces, ¿deshacerse de los
maestros, de los agentes de policía y de los bomberos ayudaría a los
estadounidenses? Bien, algunos republicanos preferirían que los estadounidenses
recibiesen menos formación. ¿Recuerdan que Rick Santorum describía a las
universidades como “fábricas de adoctrinamiento”? De todas formas, ni el
deterioro de la enseñanza ni el empeoramiento de la protección son temas de los
que quiera hablar el Partido Republicano.
Sin embargo, la prueba realmente decisiva sobre los
recortes del Estado proviene de Europa. Piensen en el caso de Irlanda, que ha
recortado 28.000 puestos de trabajo públicos desde 2008, lo que equivale, en
proporción a la población, a despedir a 1,9 millones de trabajadores
estadounidenses. Estos recortes fueron aplaudidos por los conservadores, que
vaticinaron grandes resultados. Pero la
recuperación nunca llegó; el desempleo irlandés supera actualmente el 14%. La
experiencia irlandesa demuestra que la austeridad ante una economía deprimida
es un terrible error que se debe evitar si es posible.
La semana pasada, R. Glenn Hubbard, de la
Universidad de Columbia, uno de los principales asesores de Romney, publicó un
artículo en un periódico alemán en el que instaba a los alemanes a ignorar el
consejo de Obama y a que siguieran llevando a cabo sus políticas de línea dura.
Al hacerlo, Hubbard estaba desautorizando la política exterior de un presidente
en ejercicio. Y lo que es más importante, sin embargo, estaba prestando su
apoyo a una política que se está hundiendo mientras leen esto.
De hecho,
casi todo aquel que sigue la situación actual se da cuenta de que la obsesión
alemana por la austeridad ha llevado a Europa al borde de la catástrofe, es
decir, a casi todos, menos a los propios alemanes, y miren por dónde, al equipo
económico de Romney.
Paul Krugman é professor de Economia de Princeton e prémio Nobel 2008
domingo, junho 10
Franz Beckenbauer, futebol e outras coisas
Não sou apologista do caos regenerador, tão pouco da pobreza niveladora, mas o fosso entre os mais ricos e os mais pobres (um dos maiores da europa) é, qualquer que seja a nossa situação económica, absolutamente injustificável.
domingo, maio 27
A "brasilização" do Ocidente, Ulrich Beck
La consecuencia no deseada de
la utopía neoliberal es una brasilización de Occidente: son
notables las similitudes entre cómo se está conformando el trabajo remunerado
en el llamado Primer Mundo y cómo es el del Tercer Mundo.
...
En el núcleo duro de Occidente la
estructura social está empezando a asemejarse a esa especie de colcha de
retales que define la estructura del sur, de modo que el trabajo y la
existencia de la gente se caracteriza ahora por la diversidad y la inseguridad.
...
Cuanto más se desregulan y flexibilizan las relaciones
laborales, con más rapidez pasamos de una sociedad del trabajo a otra de
riesgos incalculables.
...
No nos equivoquemos: un
capitalismo que no busque más que el beneficio, sin consideración alguna hacia
los trabajadores, el Estado de bienestar y la democracia, es un capitalismo que
renuncia a su propia legitimidad. La utopía neoliberal es una especie de analfabetismo
democrático, porque el mercado no es su única justificación: por lo menos en el
contexto europeo, es un sistema económico que solo resulta viable en su
interacción con la seguridad, los derechos sociales, la libertad política y la
democracia. Apostarlo todo al libre mercado es destruir, junto con la
democracia, todo el comportamiento económico. Las turbulencias desatadas por la
crisis del euro y las fricciones financieras mundiales solo son un anticipo de
lo que nos espera: el adversario más poderoso del capitalismo es precisamente
un capitalismo que solo busque la rentabilidad.
quinta-feira, abril 12
quinta-feira, abril 5
segunda-feira, abril 2
A bela San Suu Kyi e os generais
"Esperamos que este seja o princípio de uma nova era,
em que o papel das pessoas na política no quotidiano se vai acentuar".
Aung San Suu Kyi.
sexta-feira, março 30
Dormem com ele?
“Mais de metade dos portugueses sofre de falta de sono”. Público
Em que parte estão os homens e mulheres quando o cheiro do seu trabalho fede? Quando alguém decide deslocalizar uma fábrica, participar na delapidação do erário público, fazer contratos ruinosos para terceiros, cheira mal. Este cheiro entranha-se, não sai, mesmo que se lavem uma e outra vez. As esposas sentem-no. Dormem com ele? Protestam? Ou entretêm-se, indiferentes?
sexta-feira, março 16
"Propinas aumentam 30 euros para financiar fundo de apoio a estudantes". Público
Quem legitimou os reitores para decidir
a aplicação de novos impostos? A política fiscal não é competência exclusiva do
Governo e Assembleia da República? A ajuda aos mais carenciados não é um problema nacional? Que raio de solidariedade é esta feita com o dinheiro de alguns?
terça-feira, março 6
No tienen ni idea de lo que están hablando. Paul Krugman
… las falsas historias sobre a Europa se están utilizando
para promover políticas que sérian crueles, destructivas, o ambas cosas. La
próxima vez que oigan a la gente citar ejemplo de Europa para exigir que
destruyamos nuestros programas de protección social e recortemos el gasto para
hacer frente a una economia profundamente deprimida, esto es lo que necesitan
saber: no tienen ni idea de lo que están hablando.
Paul Krugman, professor de economia de Princeton e prémio
Nobel 2008
Todo o artigo aqui.
segunda-feira, fevereiro 20
Memórias da II Guerra Mundial, 2
"Durante aquela depressão violenta, a Grã-Bretanha e 40 outros países sentiram-se obrigados, à medida que os anos passavam, a impor restrições ou tarifas alfandegárias contra produtos japoneses fabricados em condições laborais em nada semelhantes aos padrões europeus ou americanos."
quinta-feira, fevereiro 16
Os Gregos
Aos primeiros e veementes protestos dos gregos pensei que os líderes desta europa se solidarizariam com os países mais débeis e, no fundo, ao projecto europeu (aqui). De lá para cá, continuo a achar
que sim, que nos salvarão. O que herdámos da civilização helénica, a matriz da
civilização ocidental, devia bastar para calar a intelligenza de pacotilha que empurra sistematicamente
os gregos para fora do projecto europeu.
Como eu gostaria de ser um dos signatários do manifesto de
apoio ao povo grego. Subscrevo-o. Diz a certa altura: "A preocupação doméstica em sublinhar que 'não somos a Grécia' é, no mínimo, chocante no seio da União Europeia, onde mais se esperaria compreensão e solidariedade"
segunda-feira, fevereiro 13
Memórias da II Guerra Mundial, 1
“As cláusulas económicas do Tratado (Versalhes) eram de tal
modo perniciosas que se tornavam obviamente inúteis. A Alemanha foi condenada a
pagar indemnizações a uma escala fabulosa. Aqueles ditames eram expressão da
fúria dos vencedores e da incapacidade dos seus povos para compreenderem que
nenhuma nação ou comunidade derrotada poderá alguma vez pagar tributo numa
escala que cubra os custos da guerra moderna.”
Winston Churchill
quarta-feira, fevereiro 8
Madeira, Turíngia, Saxónia ...
Não me surpreendeu a referência à Madeira como exemplo da
má aplicação dos fundos estruturais, mas sim a naturalidade e a familiaridade com
que o fez, como se estivesse a falar de qualquer região da Turíngia ou da Saxónia. Espantou-me a
atenção que dedica a cada um de nós, “periféricos”, e enternece-me a ideia do
federalismo europeu entrar naturalmente no discurso da Chancelerina.
sábado, janeiro 21
Temo pelo amuo
Agora que o Supremo Tribunal de Justiça decidiu condenar Domingos Névoa pelo crime de corrupção ativa para ato ilícito, Cavaco retira, mais uma vez, todas as manchetes da nossa imprensa aos senhores do Supremo.
Temo pelo amuo destes.
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